Me Segue!

terça-feira, 24 de agosto de 2010


"Típico dizer que te amo.. ainda mais típico é dizer que sinto sua falta.
Nada disso vai mudar a realidade, não é?
Por noites revirei-me sobre a cama.
A insônia me importunava.
Minha mente, apesar de cansada, ainda trabalhava.
Juro que podia ouvir o movimento das engrenagens girando e rangendo em minha cabeça, resultando em uma sinfonia perturbadora.
Nada podia pará-la, ou talvez só uma coisa... Não!
Neguei-me em pensar nisso, principalmente naquele momento.
A ultima coisa que precisava era de mais um motivo para não poder dormir.
Mas do que eu estava falando?
Você era o único motivo que existia.. outros nunca tiveram tamanha importância para que pudessem me incomodar a esse ponto..."

Autor: Eduardo Machado (My Petit Prince)

domingo, 22 de agosto de 2010


"- Não tenha medo-murmurei.
-Nós pertencemos um ao outro.
De repente fui dominada pela verdade de minhas palavras.
Aquele momento era tão perfeito, tão certo, que não havia dúvidas.
-Para sempre-concordou ele."

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Quero na minha insignificância, poder acordar um dia mais tarde sem dar explicação, 
me divertir fazendo coisas que nunca imaginei.


Dizem que toda felicidade é construída por emoções secretas. 
Algumas pessoas podem até comentar sobre você, 
mas lhe capturar, só com a sua permissão."

(-A-minha-felicidade-não-é-sua!)



Cansada!

domingo, 15 de agosto de 2010

Peça para eu arrumar uma cama e estrague meu dia. 
Vida doméstica é para os gatos!


(Marta Medeiros) Eu apóio essa teoria... rsrsrs 

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Aos Pedaços

Um dia eles vão se conhecer, vai ser coisa acontecida assim como natural, sem nenhum preparo, nenhum dos dois estava esperando o encontro, mas era só na aparência, que lá muito dentro deles, entre o umbigo e o coração, eles só queriam isso. Eles vão conversar, vão se precisar, até perceber que se amam. Não tem nada de magnífico nessa história de todos os amores. Eles vão se amar, vão se tocar, vão se cheirar, vão se esfregar, beijar, abraçar, conversar, brigar, enciumar, ficar de mal. Os dois emburrados, naquele silêncio meio de banda, no soslaio, um esperando o outro falar primeiro, um louco para ouvir o outro, insistindo no silêncio de medir forças. O silêncio da teimosia. De não dar o braço a torcer.

Um dia ele vai pedir pra ficar de bem, ficar sem ela é insuportável e ela vai se derreter toda, que estava cansada de esperar, quase entregando os pontos. O amor deles vai ganhar cuidado e vai ser o único no mundo. Então eles vão se amar e amar e amar. E cada vez mais se amar, eles vão se admirar, vão se deslumbrar, vão se emocionar, vão se aprisionar, vão se libertar, suas almas exagerando paixão, uma se entregando à outra, indolentemente e em paz, transcendendo o silêncio dos iguais. Da fala inútil. Do entendimento absoluto. Do vazio cheio deles dois.

Um dia ela vai olhar os olhos dele e ver que os olhos dele estão calados. Ela vai assustar, vai se dar conta de que descansou naquele amor, que dos dois, ele é que amava mais e ela se acostumou aos carinhos dele e foram tantos que tanto ela se desatina e tenta, de algum jeito, fazer ele voltar. Porque ela pensa que é só cisma, pensa que é só outra birra de amor e ele vai perder a paciência, porque alguma coisa mudou. Ele vai ficar sem assunto, vai querer ser delicado com a loucura dela, ela vai deixar que ele entenda errado a loucura dela, até confirmar nos olhos mudos dele o que a sua boca não falou. Ai ela vai chorar. Vai chorar o amor deles morrendo à míngua. Ela vai chorar sozinha no silêncio dele. O silêncio da indiferença. Que mata feito veneno de cobra, à traição.

Um dia eles vão se separar. Vão tomar rumos desiguais, vão se perder de vista e vão sobreviver. Ela vai se guardar no apego da lembrança dele, até perder a esperança dele, até não duvidar mais no fim deles dois e aprender a viver sem ele. Mas ela não vai ser a mesma depois dele. Ele também não vai ser o mesmo depois dela, mas vai ser diferente, ele vai se distrair em outros corpos, vai colecionar muitos casos, vai passar o tempo, vai se lembrar dela de vez em quando, vai delirar com outras paixões, vai ouvir outras promessas de amor, vai aprender a responder um sorriso duvidoso. Porque nem é sorriso de verdade. É sorriso triste. O silêncio da ironia. Das coisas fingidas.

Um dia ele vai se lembrar dela com mais necessidade dela, querendo ela por perto, de qualquer jeito, não tem hora marcada pra acontecer. Pode ser que seja de manhã, ao acordar, que ele hoje reparou que tem passarinho cantando e ela é parecida com passarinho cantando. Com certeza, pouco depois do almoço, que ele foi comer doce-de-leite de sobremesa e ela era doce. Mais provável a noitinha, que hoje ele notou a lua acesa, e ela sempre teve jeito de lua. Se duvidar, vai ser de madrugada, quando ele se pegou escutando o silêncio que ficou no lugar dela. Silêncio comprido, aquela coisa sem fim, irremediável. O silêncio do agora é tarde. Agora é nunca mais!

Mais ainda há tempo de concertar tudo...

quinta-feira, 12 de agosto de 2010


Eu não vou dormir, pra não acordar
Depois descobrir, que tudo eu sonhei...
Aconteça o que acontecer, estarei aqui sempre por você
Já não faz sentido, já não me lembro
Se há caminhos, sem desespero
Desespero... Eu me encontro aqui
Em desespero... Sem saber o que fazer
Estou trancado em mim pensando em você
Sei que um dia eu, vou enlouquecer...
Eu me prendi entre teus dedos, quando peguei na tua mão...
O amor que eu vou te dar... é bem maior do que você imagina...
Me lembro do jeito que me abraça
Não sai da minha cabeça não, o tempo é nosso segredo
Eu e você
Sabemos de tudo que é nosso
E ninguém vai saber
Eu me sinto tão perto, de mim mesmo...
Quando estou com você

Sonhadores...