Arlequim é fogoso e esperto, e o Pierrô um apaixonado iludido.
Colombina apaixonou-se pelo beijo de Arlequim e amou o espírito inocente de Pierrot.

Colombina:Dize pra mim quem sou
Pois eu mesma já não sei.
E se sei, nem a mim tenho audácia de revelar.
Eu por mim só, sou a Colombina,
a dama que vagueia este salão populoso.
Em uma noite de esperanças,
a espera de um coração verdadeiro
que não seja muito triste
e nem assim muito fogoso.
Arlequim:Sou desgraçado Arlequim.
Pierrô:Eu, pierrô, encubro a alma com trapos de fantasia.
Não tenho mensagens na mente
não tenho alma no corpo
não tenho coração no peito
Gosto é da festa
da bebida
do sonho sem camisa de Vênus
do suor em exposição.
Pierrô:Eu, pierrô, encubro a alma com trapos de fantasia.
Sob a máscara do rosto mudo o pranto em alegria,
disfarçando a dor que sinto por esta pesada sina de não ser, na contradança,
par da linda Colombina.
Pelos salões, vejo em mim,
insano frangalho branco com mil cores camufladas, outro doido saltimbanco:
um caricato Arlequim a bailar sem sua amada.
Eu amo, porque amar é variar e ,
em verdade toda razão do amor está na variedade...
Penso que morreria o desejo da gente
Se Arlequim e Pierrô fossem um ser somente,
Porque a história do amor só pode se escrever assim:
Um sonho de Pierrô
E um beijo de Arlequim!
Nas reações não tem a opção MARAVILHADA, outras palavras veem em minha mente, mas em outra lingua não dá!
ResponderExcluirADREI ESTE BLOG,LINDAS POESIAS MEXE COM O EGO DA GENTE ,IBRIGADA BJOS
ResponderExcluir