Essa eu achei muito interessante, ... foi uma moça chamada Eliane quem enviou para o grupo no qual faço parte... e resolvi publicar aqui...
É que há uma grande semelhança nas marcinhas de antigamente e o funk de agora...
Segue o texto que foi postado por ela:
*Muita gente reclama das letras dos funks cariocas por conta das letras cujo conteúdo abusa dos trocadilhos e insinuações sexuais. Mas você vai se surpreender com a letra da marchinha de carnaval Na minha casa não se racha lenha, sucesso nos festejos carnavalescos de 1920.*
*O Rio de Janeiro tinha passado por uma epidemia de gripe espanhola. Cerca de 65% da população ficou doente e quase 300 mil morreram. O carnaval daquele ano representou uma celebração sobre a doença, e a letra de duplo sentido foi amplamente cantada:*
*Homens: Na minha casa não racha lenha
Mulheres: Na minha racha, na minha racha*
*Homens: Na minha casa não falta água
Mulheres: Na minha abunda, na minha abunda*
*Mulheres: Na minha casa não se pica fumo
Homens: Na minha pica, na minha pica*
*Ou seja, o fenômeno dos excessos musicais é histórico e se repete de forma cíclica. A sua bisavó também adorava um duplo sentido lá no carnaval do início do século passado.*
E ta aí a imagem pra provar.... rsrsrs

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